
De férias em São Paulo, Juliano Spadacio já se imagina a viajar para Portugal dentro de uma semana, de modo a apresentar-se ao serviço em Guimarães no dia 20 de Junho, data do pontapé de saída para a pré-época. A ambição de assinar um contrato de três épocas chegou a esmorecer as negociações entre o médio-ofensivo e o clube, que, numa primeira fase, apenas oferecia um vínculo com a duração de dois anos, mas os "contactos" terão sido retomados ontem, sinal de que o brasileiro ainda não é um dossiê fechado. "Acabei de ter essa indicação do meu agente [Décio Berman]. Parece que só há uma vaga no plantel, e o míster Manuel Machado até ficou de conversar comigo. Se tudo correr bem, conto estar aí no dia 20", precisou o brasileiro, reiterando o desejo de assinar um compromisso de longa duração. "Tenho 30 anos, mas não tenho vícios e estou em boa forma. Posso jogar durante muito tempo", alegou.
Além do Vitória, Spadacio só tem "boatos" e "sondagens" superficiais de outros clubes. "A única proposta concreta é do Vitória", afirma, da mesma forma que diz ser genuína a "vontade" de voltar a jogar em Portugal, ao serviço "de um grande clube". "Será bom para mim e para a família. Já estamos habituados a Portugal, e terei a oportunidade de reencontrar Cléber e João Paulo", comentou, referindo-se às suas passagens por Nacional e Rapid, onde teve como companheiros o trinco e o central vitorianos.
Já o risco de ser obrigado a apresentar-se na Roménia não passará de mera ficção. "Rescindi com justa causa com o Rapid, pois tinha três meses de ordenados em atraso. Do elenco deles, já nem consta o meu nome. O meu advogado diz que a razão está do meu lado", reforçou.
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